Guilin e Yangshuo - China


Caros leitores,

Quando percebemos que se aproxima um fim de semana prolongado, ou surge o tempo e disponibilidade para conhecer um novo local, entramos naquele maravilhoso processo de decisão, que envolve a pesquisa de locais, a leitura de todos os top10 de destinos para escapadinhas da última década e revistas de viagens, basicamente, viajar muito sem sair do sofá. No entanto, às vezes a resposta está mesmo ao nosso lado, e esquecemo-nos de fazer algo muito mais simples, basicamente pedir uma sugestão a um amigo que domine estas ou outras paragens.
Com um espectro temporal à minha disposição de 3 dias/2 noites, e como mais uma vez, o ponto de partida seria Macau, tenho de confessar que os planos para as habituais férias da Páscoa, iriam passar certamente por Shangai. Estava tudo organizado, já tinha inclusive reservado hotel, e realizado todo trabalho de casa em relação à logística e sítios a visitar.
Ora, quando num almoço de amigos, falei dos meus planos, um velho amigo oriundo da República Popular da China, sugeriu-me mudar a agulha para um destino completamente distinto, caso eu estivesse interessado em visitar uma zona da China mais tradicional, rural e autêntica. Assim que vi duas ou três imagens do local, rapidamente fiquei rendido e decidi mudar de planos.
A região autónoma de Guangxi, é uma província chinesa localizada no sul do país. Esta região é formada por vários distritos, sendo um deles Guilin, que por sua vez engloba dezenas de condados, um deles Yangshuo. Esta modesta região, perdida na China profunda, que conta com mais de 2 mil anos desde a sua primeira povoação, é o lar de quase 5 milhões de habitantes. Guilin e Yangshuo distam cerca de 80 km, estando estas cidades ligadas pelo rio Li. É precisamente, na peculiar geologia em torno deste rio que reside a principal a atração de Guilin e Yangshuo. Para terem uma noção de como a sua beleza cénica é tão apreciada no país, esta paisagem deu lugar ao fundo da nota de 20 da moeda chinesa (RMB). Mas se pensam que isto é tudo que esta região tem para oferecer, não se desiludam, Guilin e Yangshuo tem muito mais para descobrir e explorar.
Como é normal em cada viagem, passeio, ou mesmo simples visita de algumas horas a território chinês, é necessário a obtenção de um visto turístico, esse foi o primeiro assunto a tratar (mais detalhes na secção de Dicas). Depois de ter preenchido e entregue um questionário mais extenso que a candidatura a uma faculdade ou emprego, obtive o valioso documento.
Quem tem como ponto de partida Macau, tem a facilidade de logo após passar a fronteira com Zhuhai, ter à sua disposição uma estação de comboio, que nos leva praticamente a qualquer cidade do território chinês.
A partida do comboio estava prevista para as 07h45 da sexta-feira santa, horário que foi cumprido com toda a pontualidade. Fui a bordo de um comboio similar ao nosso Alfa Pendular, e como infelizmente comprei o bilhete de comboio tardiamente, não consegui lugar reservado. Sim, porque aqui, mesmo numa viagem de alta velocidade, são vendidos bilhetes exatamente ao mesmo preço para passageiros que não se importem de a viajar de pé.
No meu caso, sempre que possível, fui aproveitando lugares vagos entre certos segmentos do percurso para me sentar. 
Após cerca de 4 horas a brincar ao jogo das cadeiras, cheguei à estação de Guilin North. Tal como combinado com o hotel, tinha à minha espera uma senhora muito simpática e sorridente, com o meu nome escrito num papel, que me levou ao hotel.

O hotel ficava numa zona muito calma e pitoresca, fora da esfera da azáfama da cidade, a cerca de 15 minutos de táxi. Normalmente, prefiro ficar hospedado o mais perto possível do centro, mas desta vez, não me arrependi nada da minha escolha, dada a relação qualidade/preço que este hotel oferecia.


Não é em todas as viagens, que podemos encontrar um quarto com estas comodidades, a um preço mais em conta que por exemplo, um Hotel IBIS.
De modo a aproveitar o máximo deste primeiro dia, deixei a mala nos meus aposentos, e decidi almoçar logo pelo hotel. Provei os noodles de arroz, que afirmam ser o prático típico desta região, acompanhado de uma espécie de arroz com todos.
Terminada a refeição, que não obteve mais um fã, segui para a primeira atração, a Reed Flute Cave. Como a distância a que ficavam as grutas assim o permitia, fui caminhando até ao destino, aproveitando também para conhecer as imediações do “bairro”.


Chegado às grutas, após adquirir o bilhete é necessário aguardar a abertura das portas, uma vez que estas abrem com uma certa periodicidade de modo a controlar o número de visitantes no seu interior.



Vendo as fotos não é bem perceptível a sua dimensão, mas para quem já visitou por exemplo, as grutas de Drach, em Palma de Maiorca, posso adiantar que estas são mais imponentes na sua dimensão, no entanto, creio que a organização exagerou na decoração luminosa. A quantidade de luzes, e a sua conjugação de cores, transmite uma sensação demasiado artificial a este espaço esculpido de forma natural.
A visita às grutas, caso não tenhamos um guia para nos alertar de todas as formas que são possíveis imaginar através da observação das rochas, estalactites e estalagmites, dura cerca de 45 minutos.
À saída das grutas, fui prontamente abordado por uma senhora taxista, muito bem disposta, que se ofereceu para me levar ao próximo destino, a Jingjiang Prince City. É um local histórico, construído durante a dinastia Ming, datado do ano 1372. Serviu de lar para o príncipe e sua família, assim como, de local para lidar com os assuntos políticos e militares. Atualmente, além de atração turística, alberga as instalações da Universidade de Guangxi. Uma muralha delimita as suas inúmeras mansões, templos, e nos seus jardins está um pico de formação calcária de onde é possível ter uma visão panorâmica e deslumbrante de toda a cidade. Após adquirirmos o ingresso, é-nos oferecido um guia bastante completo e intuitivo que nos ajuda bastante na visita ao local.
O seu principal palácio, Chengyun Palace, foi várias vezes destruído, resultado de múltiplas guerras e invasões, sendo a última provocada pela invasão nipónica, durante a Segunda Guerra Mundial.

Após seguir escrupulosamente as indicações do guia, visitando os diversos pavilhões, palácios e tempos, carregados de artefactos e registos históricos, subi ao chamado Solitary Beauty Peak. São aproximadamente 300 degraus que nos elevam ao pico desta formação rochosa, em que a sua vista panorâmica nos recompensa todo o esforço da subida.


Lar de mais de 500 mil habitantes, no topo percebe-se a dimensão deste centro urbano, uma vez que o aglomerado habitacional vai quase até onde a vista alcança. Vê-se claramente como a cidade é limitada e protegida pela sua geologia, protagonizando no horizonte um efeito de algo desenhado pelo Homem, característica transversal a toda a região.
Finalizada a visita a este enorme complexo, segui a pé pelas ruas, tomando o pulso ao quotidiano da cidade, passando pela movimentada e comercial Zhengyang Pedestrian Street.

Esta rua leva-nos em direção ao ponto mais popular e fotogénico da cidade, o Shanhu Lake, que contém dois pagodes budistas. O Sun Pagoda é uma torre em cobre, já a sua vizinha Moon Pagoda, é uma torre em mármore, com 41 e 35 metros de altura, respetivamente. O passeio que circunda todo o lago está repleto de turistas e fotógrafos, à espera que o entardecer traga a luminosidade para a foto perfeita. Quando cai a noite, somos presenteados com um belo efeito, uma vez que as torres e toda a envolvente é cuidadosamente iluminada.


Após a minha rendição a todo este cenário, regressei ao hotel para usufruir paulatinamente das instalações e relaxar, para assim, encarar o preenchido dia que se seguia na plenitude das minhas energias.
Voltando ao quarto do hotel, a sua área era enorme, deveria ter uns 50 m2. A textura, suavidade e firmeza das almofadas e colchão estavam no ponto. Concediam uma sensação de conforto excelente, qualquer que fosse a posição corporal adotada, revelando-se de um conforto viciante e difícil de largar.

A sala de refeições do hotel é um espaço muito zen e com uma decoração harmoniosa, tudo aquilo que se pede para disfrutar de um pequeno-almoço para nos preparar para mais um dia repleto de descobertas. O pequeno-almoço propriamente dito, não sendo muito extensivo na sua variedade, tinha o essencial de um pequeno-almoço continental, com o detalhe de nos servirem à mesa fruta laminada e ovos mexidos acabados de fazer, estava muito bom e fresco.  
As atividades deste segundo dia, foram reservadas através de uma agência de viagens local, foram elas o cruzeiro pelo rio Li e um espetáculo em Yangshuo. Embora costume evitar, mas para certas situações sou a favor do recurso a agências de viagens, desta forma todos os transfers, compras de bilhetes, acesso aos locais, etc, foi tudo eficazmente tratado por eles, o que num país onde a comunicação pode ser um problema, é uma ajuda valiosa, e pela diferença de custo, compensa o descanso de não termos de nos preocupar com nada. Além disto, ter alguém local a resolver eventuais imprevistos, ficando reservado para nós aquilo que nos trouxe cá, apenas e só disfrutar da aventura.
Tal como combinado, o motorista da agência que me iria levar ao cais para embarcar no cruzeiro estava pontualmente na recepção do hotel às 8h, e sensivelmente após 1h30 de viagem chegámos ao cais. Foi aqui que percebi a tamanha popularidade desta atividade, o cruzeiro pelo ri Li. Quando imaginei este cruzeiro, imaginei bastantes turistas e meia dúzia de barcos no rio, mas o que vi foi de uma dimensão completamente diferente. A entrada para o cais, mais parecia o santuário de Fátima em vésperas da visita do papa, tantos eram os turistas e camionetas a chegar com excursões.
Existem dois tipos de embarcação, o navio cruzeiro, igual ao que segui e outra mais pequena, com lotação de sensivelmente 4 a 6 pessoas, construída de maneira artesanal, de bamboo ou tubos de plástico. Esta última embora pareça mais rústica e representativa das embarcações tradicionais, emite um ruído bastante alto e incómodo para quem neles navega, o que me leva a crer que ao fim de 1h já estaria a desejar que o passeio chegasse ao fim.
Quando passei para a zona de embarque, foi impressionante a quantidade de embarcações que estavam estacionados no cais. Eram talvez 10 docas, cada uma com 3 ou 4 navios estacionados paralelamente à margem do rio.
Quando entramos no navio, é-nos atribuído um lugar à mesa no piso inferior do barco, onde posteriormente será servido o almoço. O interior do navio é climatizado, e os lugares são muito espaçosos e confortáveis. Quanto ao almoço, e não sendo a principal razão que nos trouxe a este passeio, achei de uma qualidade aceitável e similar a qualquer refeição de avião.

No entanto, a minha permanência no piso inferior foi breve, assim que terminaram todas as introduções sobre o passeio e instruções de segurança, dirigi-me ao deck superior, que é a forma mais emblemática e magistral de comtemplar o cenário natural que abraça ambas as margens deste rio. Ao início, quando percebi a quantidade de pessoas e o excesso de barcos a navegar simultaneamente no rio, fiquei com receio de estar a entrar numa armadilha para turistas. Mas assim que se iniciou a navegação, essa sensação foi desaparecendo, não sendo de todo a sensação com que terminei o passeio. A grandeza e majestosa beleza deste cenário, anularam por completo todo este aparato turístico. A azafama da captação de fotos no deck superior começa a desvanecer à medida que avançamos no percurso, principalmente após o almoço, hora de eleição para tirar uma sesta na zona interior do navio, e a partir deste momento, foi possível estar quase a sós e comtemplar o local com a harmonia que um sitio destes merece.















 Durante o percurso, não percebi ao certo qual o local que concede o fundo à nota de 20 RMB, mas definitivamente percebi a razão da sua eleição. Mesmo apesar do tempo ligeiramente nublado que se fez sentir da parte da manhã, é sem dúvida, uma paisagem soberba, as imponentes formações calcárias que nos acompanham ao longo de ambas as margens, pela sua forma muito esculpida, deixam a sensação de terem sido concebidas pelo Homem.
Após sensivelmente 4h de navegação, a singularidade da paisagem que nos acompanhou todo o percurso vai dando lugar a uma paisagem mais trivial, até que por fim chegamos ao cais de Yangshuo. 

Como desembarquei no cais por volta da 13h30/14h, e a hora combinada com o motorista para me levar ao espetáculo foi às 18h30, tive oportunidade de explorar de forma muito relaxada esta pequena cidade. Comparando a área e habitantes, esta cidade é mais pequena que Guilin, no entanto, muito mais pitoresca e cuidada. A West Street é a rua mais popular, é uma rua pedonal composta por lojas e restaurantes para todos os gostos, a oferta gastronómica é muito mais rica e variada que Guilin, desde os chineses mais tradicionais, até às mais famosas cadeias de fast food internacionais. 





No término desta rua existe um largo, composto por um lago, restaurantes e um centro comercial outdoor, produzindo uma arquitetura bastante harmoniosa com a envolvente. 






Existe um parque da cidade, muito cuidado e acolhedor, que dispõe de um pico, onde podemos ter uma estonteante vista sobre a cidade e arredores, e apercebemo-nos que tal como Guilin, também está protegida por uma imponente muralha natural.







Chegando a hora combinada, na qual o motorista cumpriu na perfeição, seguimos para o local do espetáculo. Este espetáculo é uma mistura de música, coreografia, luzes e muitos figurantes, chamado Impression Light Show. 



A autoria deste espetáculo, e sua encenação pertence à mesma pessoa responsável pela cerimónia de abertura dos jogos olímpicos de Pequim, realizados em 2008. É um espetáculo com a duração de cerca de 1h15m, que impressiona pela quantidade de figurantes, pelo cenário natural em que se insere, e também por toda a conjugação de luzes, efeitos especiais, música e ações protagonizadas pelos intervenientes. Vale a pena despendermos um final de dia para esta atividade. Terminado o espetáculo, encontrei-me com o motorista que me levou diretamente ao hotel em Guilin, onde pude novamente descansar, com uma enorme satisfação pelo belo dia de descoberta, aventura e animação que tinha vivido. 
O terceiro dia, foi basicamente ocupado a passear pela cidade, tomar um cafezinho descansado observando a vida a passar e comprar souvenirs. Com isto, passou-se a manhã, e sensivelmente depois da hora de almoço foi tempo de voltar à estação central de Guilin, para assim, regressar a Macau.





Veredito:

Nos momentos que precederam e durante a própria viagem, apercebi-me que no senso comum da população mais numerosa do planeta, a paisagem e a envolvente ao rio Li, está considerada como um dos sítios mais bonitos do planeta, onde aliás, todos os chineses devem ir pelo menos uma vez na vida. Relativizando e distanciando esta opinião das razões patrióticas e culturais intrínsecas à população chinesa, que levam esta comunidade a tecer estes merecidos elogios sobre a região, tal como nós, sobre a belíssima região do vale do Douro, é sem qualquer tipo de dúvida, um cenário de uma faustosa e beleza sui generis. Esta é a sua principal atração e razão que trás os turistas à região, no entanto, as restantes atividades e locais de interesse, embora não justifiquem a sua visita propositada, complementam muito bem a visita e fazem com que todas as horas desta fascinante escapadinha valham a pena.
Ficaram por visitar os terraços de arroz (Longji Rice Terraces), que por uma questão de tempo disponível (a sua visita requer quase um dia) não foi possível, e também por recomendação da agência de viagens, uma vez que na altura da minha viagem os campos não estavam cultivados, o que retira à paisagem parte da sua beleza.

Informações:

- Entrada Reed Flute Cave - 110 RMB.
- Entrada Jingjiang Prince City - 120 RMB.
- Bilhete cruzeiro rio Li - 70 USD.
- Bilhete Sound & Impression Light Show B1 Seat - 50 USD.
- Guilin Peach Blossom River Hotel 2 noites - 33 € / noite.
- Comboio Zhuhai <> Guilin  – 415 RMB ida e volta.

Dicas:

- Para solicitar o visto em Macau, existe a China Travel Agency, onde é possível de forma rápida e eficiente dar andamento a este assunto. Existem diferentes tipos de vistos, entre eles, vistos diários, semanais, mensais, individuais e de grupo, este último bastam 2 pessoas para ser elegível. Em todos eles é necessário pagar uma taxa, excepto num caso especial, que é um visto de 72 horas, mas é apenas para quem está em trânsito pelo país. Ou seja, o país de origem não pode ser o mesmo de regresso, o que não era o meu caso infelizmente. Para o visto é necessário uma foto tipo pass, e tem de ser absolutamente simétrica, caso contrario, não será aceite. Por outras palavras, a cara tem estar mesmo de frente para a foto e tem d se ver as duas orelhas da pessoa. Custo de 320 MOP para um visto individual com duração de 5 dias.

- A comunicação em território chinês pode-se revelar um verdadeiro desafio, principalmente em regiões menos habituadas a receber turistas estrangeiros, por isso recomendo a APP Youdao Translate (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.youdao.translator&hl=en_US ). Esta aplicação faz a tradução áudio de inglês – mandarim e vice-versa. Para os diálogos básicos funciona muito bem.

- Uma vez que o Google Maps está bloqueado neste país, mesmo na sua versão offline, recomendo o uso da aplicação OsmAnd (https://play.google.com/store/apps/details?id=net.osmand) para termos o recurso a mapas e GPS.

- Uma vez que a chamada “Great Firewall of China” bloqueia todas as aplicações relacionadas com a Google e Facebook (Gmail, Google Maps, WhatsApp, Instagram, Messenger, etc), existe a hipótese de usar uma VPN. Basicamente, o que a VPN faz é enganar a localização do nosso servidor de internet, realocando o nosso IP a um qualquer pais estrangeiro. As melhores APPs para uso de VPN são versões pagas, no entanto, encontrei a app Free VPN Proxy by Seed4.Me gratuita (https://play.google.com/store/apps/details?id=me.seed4.app.android) que funcionou bem para o essencial. Outra maneira de contornar este bloqueio e evitar o uso de VPN, é comprar na loja da CTM (Macau) um SIM Card especial para viagens à China e Hong Kong. Este cartão dispõe de dados móveis ilimitados durante 3 dias e tem um custo de 99 MOP.

- Para a marcação do cruzeiro no rio Li e do Sound & Impression Light Show, assim como, de todos os transfers de carro para os locais, recorri a uma agência de viagens local, Yangshuo Insider (www.yangshuo-insider.com). Desde o primeiro contacto que a comunicação foi bastante rápida e atenciosa. Incansáveis no esclarecimento de todas as dúvidas e honestos em todo o processo. No dia do espetáculo, surgiu uma alteração relativamente aos lugares do espetáculo, que resultou na mudança de lugares para uma zona em que o preço dos bilhetes era mais barato, no entanto, a pessoa que os representava no local, prontamente devolveu a diferença. Antes de concluir a reserva, enviam um resumo detalhado de todo o programa, e temos de sinalizar antes da viagem 25% do total, o restante entregamos ao motorista que nos transporta para o cruzeiro. Pela eficiência, honestidade e simpatia recomendo bastante o recurso a esta agência.

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